DOSSIER 08

A batalha pelo mundo selvagem começou...

Publicado a 3 min de leitura
Army of Nature title card — Global Conservation Unit, Ecologic Strategy and Media — over an elephant at night, with the roaring-bear insignia

Todos os dias, nos quatro cantos do mundo, decorre uma guerra invisível longe das câmaras. Uma guerra contra contra nós mesmos e milhares de outras espécies selvagens.

Caça furtiva, tráfico de animais selvagens, destruição dos habitats naturais e criminalidade ambiental.

No entanto, existe uma solução. E cada um de nós pode fazer parte dela.

O tráfico de animais selvagens: um dos maiores crimes organizados do mundo

O comércio ilegal de espécies selvagens representa vários milhares de milhões de euros por ano. Por detrás deste tráfico escondem-se redes criminosas internacionais que exploram a biodiversidade como uma simples mercadoria.

Rinocerontes são mortos pelos seus cornos.

Elefantes pelo seu marfim.

Pangolins pelas suas escamas.

Aves exóticas, répteis, primatas e felinos são capturados para alimentar o mercado dos animais de companhia ou das coleções privadas.

Cada animal retirado da natureza fragiliza um pouco mais o equilíbrio dos ecossistemas.

A caça furtiva não ameaça apenas os animais

Quando uma espécie desaparece, são cadeias alimentares inteiras que ficam perturbadas.

Os grandes predadores regulam as populações.

Os elefantes moldam as paisagens.

Os abutres limitam a propagação das doenças.

Os polinizadores asseguram a reprodução de milhares de plantas.

Proteger a fauna selvagem é também proteger as florestas, os rios, o clima e, a prazo, o nosso próprio futuro.

Os rangers: os soldados da linha da frente

Todos os dias, os Wildlife rangers patrulham em condições extremamente difíceis.

Percorrem por vezes dezenas de quilómetros a pé.

Retiram armadilhas.

Vigiam as reservas naturais.

Recolhem informações.

Socorrem animais feridos.

Por vezes enfrentam caçadores furtivos fortemente armados.

Muitos arriscam a vida para proteger um património que pertence a toda a humanidade.

O ecoturismo: uma arma poderosa para a conservação

Ao contrário do turismo de massas, o ecoturismo ético e o safari de observação dão um valor económico a esses espaços e espécies ameaçadas.

Estas organizações geram receitas graças a este género de experiências responsáveis, apoiam os centros de reabilitação, os field guides locais, os lodges sustentáveis e outros projetos comunitários onde as populações locais têm mais interesse em proteger a fauna do que em explorá-la.

Cada viagem responsável contribui para financiar:

  • as reservas naturais;
  • as equipas de rangers;
  • a investigação científica;
  • os programas de combate à caça furtiva;
  • Os centros de reabilitação;
  • a educação ambiental;
  • o desenvolvimento das comunidades locais.

Viajar pode assim tornar-se um verdadeiro ato de conservação.

Um combate que nos diz respeito a todos.

A proteção da natureza não assenta apenas nos cientistas ou nos governos.

Depende também dos cidadãos.

Daqueles que apoiam associações sérias.

Daqueles que sensibilizam quem os rodeia.

Daqueles que escolhem um turismo responsável.

Cada gesto conta.

A missão da Army of Nature

Na Army of Nature, acreditamos que qualquer pessoa pode tornar-se um defensor da natureza.

A nossa missão é criar uma verdadeira unidade global de defesa.

Apoiamos os agentes no terreno, desenvolvemos ações de sensibilização, organizamos conferências, reportagens, formações e experiências imersivas que permitem desenvolver competências e uma melhor compreensão da Natureza..

Compreender melhor para proteger melhor.

An audience watching a presentation in a small conference room

Junte-se ao movimento

Para dar voz àqueles que não a têm!

Ao tornar-se membro da Army of Nature, ao participar nas nossas missões, nas nossas formações e noutras iniciativas, está a contribuir para um futuro em que o homem e a natureza podem voltar a avançar juntos.

A conservação não é uma opção.

É uma responsabilidade.

Unity is the Key

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